Believe It
Capítulo 16:
Las Vegas... Um lugar legal para quem tem dinheiro para perder e quer ganhar mais. Fizemos algumas apostas e ganhamos na última rodada.
Ficamos um mês inteiro viajando de país em país, e a cada país eu tingia meu cabelo de uma cor diferente. Nossa penúltima viagem era para o Brasil. Louis disse que nunca havia ido para lá, mas que dizem que as praias mais bonitas estão lá. Como eu nunca havia ido à praia...
Me vesti http://www.polyvore.com/sem_t%C3%ADtulo_180/set?id=99935532 e fui ao restaurante do hotel pegar algumas coisas para comer. Louis estava se arrumando e terminei de arrumar nossas malas. Estava cada vez mais apaixonada por Louis e queria muito contar, mas não sabia qual seria s reação dele. Às vezes ele me tratava de um jeito que parecia estar apaixonado por mim. Outras vezes ele falava tão bem da Eleanor, por mais que eu soubesse que o namoro deles era mídia. Aquilo me machucava e eu não sabia como agir.
Louis vestiu uma camiseta listrada e uma calça jeans escura, um tênis branco. Comemos e fomos para o aeroporto. Estava esfriando em Paris, mas eu sabia que no Brasil estaria quente, porque é um país tropical. Encontramos Zayn, Liam, Niall, Harry, Dinah, Normani, Lauren, Ally, Camila e Austin no aeroporto. Milagrosamente conseguimos conciliar as agendas.
***
Chegamos no Rio de Janeiro e nos hospedamos no Copacabana Palace, um hotel de frente para a praia de Copacabana. Os meninos ficaram de bermuda, mostrando os tanquinhos. Louis me enlouquecendo. Normani, Camila, Dinah, Lauren (respectivamente) http://www.polyvore.com/bffs_beach/set?id=99708789. Ally http://www.polyvore.com/ally_na_praia/set?id=100653706 e eu http://www.polyvore.com/katherine_na_praia_com_os/set?id=97398517.
A praia ainda estava vazia porque eram 05:30 da manhã, mas já estava claro. O sol ainda não havia aparecido totalmente. Os comércios ainda estavam abrindo. Tudo parecia tão calmo.
Abri minha bolsa e peguei uma toalha. A estendi no chão e me sentei. Passei protetor solar em quase todo o corpo, menos nas costas.
- Louis - chamei - Será que você poderia passar protetor solar nas minhas costas?
- Claro, Kath.
Louis espalhou protetor em sua mão e começou a esfregar nas minhas costas. Estava me sentindo tão bem com ele passando protetor em mim, aquelas mãos maravilhosamente fortes em minhas costas. Mas foi tão rápido. Me virei e fiquei segurando os braços fortes de Louis e ele ficou me olhando fundo nos olhos. Fiz o mesmo e comecei a me aproximar.
- Aaaaahhhhh!!!!! Meus ídolos na praia!!!!! - gritou uma garota.
A garota cortou o clima e correu em nossa direção. Se jogou nos braços de todos, menos nos meus. Já estava agradecendo a Deus por isso, mas ela se jogou nos meus braços e disse:
- Eu sou sua fã, princesa! Você mostrou que tem coragem pra fugir e não ligar pro que os outros pensam. E eu amei os cabelos!!!! Eu quero tirar foto com vocês, genteeeeeee!!!!!!
Tiramos algumas fotos com a garota e ela foi embora. O sol começou a aparecer e olhei no relógio que fica na rua. 06:15. A praia começou a lotar e estava ficando um pouco incomodada. Me levantei e entrei na água. Louis correu atrás de mim, enquanto os outros se ocupavam em dar autógrafos e tirar fotos.
Pisei na areia molhada e uma sensação ótima me invadiu, algo que eu nunca tinha sentido antes. Fechei meus olhos e senti aquilo, até levar um empurrão de Louis.
- Eu tava falando com você! - disse ele.
- Desculpa, eu não tava prestando atenção, tava concentrada em sentir o momento - disse eu, treinando o jeito de falar que Louis me ensinou.
- Gostei de ver, tá falando do jeito que te ensinei. Mas, então, vai entrar na água ou não? - perguntou Louis impaciente.
- Vai comigo? - fiz cara de cachorrinho abandonado.
- Tá.
Entramos na água lentamente. A água ainda estava gelada por causa do horário e aquilo foi muito bom, pois estava refrescando até mesmo minha mente. Andamos mais e a água já estava batendo na minha cintura. Eu não sabia nadar, mas me arrisquei indo mais fundo ainda e me abaixando no meio da água. A água estava tão clara que dava para enxergar tudo. Me levantei, balançando o cabelo para tirar o excesso de água e Louis parecia preocupado.
- Tá tudo bem? - perguntei.
- Tá - ele respondeu - É que eu fiquei com medo de você não voltar. Sabe, você nunca nadou nem nada. Mas quando você saiu foi legal, se alguém tivesse filmada dava pra colocar em câmera lenta pra ficar parecendo as cenas sexy de filmes.
Começamos a dar risada e a ir mais fundo ainda. A água já batia nos meus ombros e ainda batia na cintura de Louis. Quando não consegui ir mais fundo, voltei, e Louis também. Voltamos para onde os outros estavam, que era um pouquinho mais raso. Ficamos brincando com uma bola gigante e depois saímos para comer alguma coisa. Quando olhei no relógio da rua, já eram 12:37, por isso estávamos morrendo de fome.
Andamos bastante para achar um barzinho que não estivesse lotado. Depois de alguns minutos de caminhada, encontramos e nos sentamos rapidamente. Pedimos porções de peixe e camarão, caipirinha, água de coco e sucos. Eu não bebi álcool porque da última vez (em Las Vegas) tive que ser carregada por Louis, desde aquele dia prometi para mim mesma que não beberia álcool até meus 21 anos.
Voltamos para o hotel para tomar banho. Me vesti o mais confortável possível http://www.polyvore.com/sem_t%C3%ADtulo_54/set?id=84831651. Saímos de novo, sem destino. Pegamos metrô, ônibus e fomos parar em vários lugares. Pegamos um ônibus lotado e descemos na parada final. Descobrimos que era lá que se pagava para ir ao Cristo Redentor. Pagamos a van e subimos. O Cristo estava lotado mas conseguimos tirar fotos. Descemos e pegamos o ônibus de volta, depois um metrô e fomos parar no bairro da Lapa, um lugar super divertido, com vários bares e muita música. Entramos em um bar com música ao vivo e Austin subiu no palco para cantar. Foi o dia mais divertido da minha vida.
Era quase meia-noite quando decidimos voltar para o hotel. Pegamos um táxi e entramos totalmente cansados no hotel. Todos entraram em seus quartos, menos eu e Louis. Ficamos sentados na recepção, conversando.
- Você tava muito linda hoje - disse Louis - Você é linda todo dia, mas na praia, uooooou, garota, tu tava maravilhosa.
- Valeu - sorri - Mas, você tava lindão também. Mas isso é normal. Foi legal hoje, né?
- Foi, acho que o melhor dia de todos. - Louis me abraçou - Que bom que entrei nessa aventura com você, pena que tá acabando. Semana que vem a gente vai fazer a última viagem...
- Pelo menos é pro seu aniversário - sorri e fiz cócegas na barriga de Louis - Eu sei que vou apanhar pra caralho quando chegar no castelo e vou ficar presa pelo menos 5 anos, mas eu me diverti tanto, como nunca tinha me divertido antes. Louis, eu gosto tanto de você.
- Eu também gosto muito de você, Kath. Tanto, que não vou deixar ninguém te machucar, nem te prender. Você não pode ficar presa de novo.
- Queria que a vida fosse fácil assim - a felicidade que estava estampada em meu rosto foi embora - Por incrível que pareça, ela foi até fácil demais nesses quase dois meses. Temo pelo que vá acontecer. Mas, eu me diverti de verdade, como antes só acontecia quando eu sonhava... com você e os meninos, e as meninas. - Um silêncio ocupou o espaço por um tempo. - Acho que vou dormir. Boa noite, Louis.
- Boa noite, Kath. Dorme bem.
***
Estávamos indo para o aeroporto, na metade do caminho, e precisei parar o táxi porque esqueci minha mala de sapatos. Voltamos para o hotel e perguntei na recepção se tinham achado alguma mala com sapatos. O moço me disse que um dos caras da limpeza havia acabado de entrar no quarto para limpar. Ele permitiu que eu subisse e Louis foi comigo. Estávamos ouvindo barulhos de amassos vindos do quarto que eu me hospedei. Entrei sem bater e vi um casal se pegando no tapete branco ao lado do criado-mudo.
- Ah, meu Deus, perdão! - disse eu envergonhada - Eu não queria atrapalhar, mas...
O casal se virou para olhar para Louis e eu, e naquele momento, meu coração disparou. O homem que estava no chão com a mulher era alto, branco, com olhos grandes e verdes, e cabelo ruivo. Tinha a barba malfeita e um ar maltratado. Na hora, gelei. Fiquei mais branca do que já era e fiquei paralisada. As palavras não saíam da minha boca. A mulher, baixinha, negra, com o cabelo alisado, preto, da cor dos olhos, ficou me olhando com desprezo.
- Tá tudo bem, Kath? Katherine? - disse Louis.
- Pai? - foi tudo que consegui dizer. Me joguei nos braços de Louis e comecei a chorar.
- Como assim, Kath? - Louis estava tão confuso quanto a mulher, mas o homem estava parado, me olhando.
O homem se levantou e me abraçou, chorou junto comigo e só depois de muito tempo me soltou. Ficamos nos olhando por um tempão. Meu pai estava vivo. Mas, como? E aquela história de ele ter sido morto na minha frente, em um ataque dos rebeldes, quando eu era um bebê? O que era tudo aquilo?

Agora a coisa vai esquentar pai da kath vivo como assim... Continua please...
ResponderExcluir